Selecção Nacional
Selecção
Simão estreou pela Selecção no dia 18 de Novembro de 1998 com apenas 19 anos de idade contra Israel. Sabrosa não participou no Mundial da FIFA 2002devido a lesão, mas veio a participar dois anos depois no UEFA Euro 2004. Neste torneio jogou em três da seis partidas realizadas por Portugal. Tornou-se notável no jogo frente à Inglaterraonde cruzou a bola para o golo do empate de Hélder Postiga. O jogo acabaria por ser decidido na marcação de grande penalidades onde a selecção portuguesa levou a melhor, 6 –5 depois do 2 –2 nos 120 minutos.
Dois anos depois, Simão foi incluído na convocatória portuguesa para representar a Selecção das Quinas no Mundial da FIFA 2006. Participou em todos os jogos da selecção portuguesa, marcando apenas um golo no 24º minuto na vitória por 2–1 frente ao Méxicona fase de grupos. No dia 1 de Julho, nos quartos-de-final, Portugal e Inglaterra voltaram a defrontar-se nas grandes penalidades, onde Portugal levou a melhor pela segunda vez consecutiva, vencendo por 3–1 com Simão a converter o sua grande penalidade.
No UEFA Euro 2008, Simão jogou em três jogos não conseguindo marcar, torneio onde Portugal veio a ser eliminado nos quartos-de-final pela Alemanha.
Quando muitos apontavam Ronaldo como a maior estrela da selecção, foi Simão quem marcou mais golos na qualificação para o Mundial da FIFA 2010, tendo apontado quatro golos incluindo dois na vitória de 3-0 frente à Hungria.
Simão foi incluído na lista de 23 convocados anunciada por Carlos Queiroz e foi titular no jogo frente à Coreia do Norte, no qual marcou na vitória portuguesa por 7-0.
A 27 de Agosto de 2010, numa carta enviada à FPF, e dirigida a Gilberto Madaíl, o jogador referiu que chegou "o momento de colocar um termo" à sua presença "enquanto jogador profissional a representar a Selecção dentro de campo".Simão Sabrosa na carta alegou “motivos de ordem pessoal” que o impedem de “estar disponível para representar oficialmente, e como jogador profissional, a Selecção Nacional de Futebol”. No entanto, esta carta termina com Simão a afirmar que continuará “a apoiar a Seleção de todos nós fora das quatro linhas”.